Roberto acreditava que o pior dia da sua vida havia sido a demissão inesperada após dez anos de trabalho.
Mas nada o preparou para o silêncio ao chegar em casa.
Uma porta entreaberta.
Uma mancha de sangue.
E a lenta compreensão de que o lar, esse espaço de proteção e rotina, pode se tornar o palco do horror absoluto.
Um conto de horror contemporâneo que explora o colapso da normalidade, a violência irracional e a fragilidade da segurança doméstica. Uma narrativa curta, brutal e inquietante, onde o absurdo irrompe sem aviso, e não há saída possível.
